Gostar do que faz

Você precisa ter um trabalho para pagar as suas contas. Mas creio que você já sabe disso. Repito esse fato porque é preocupante a quantidade de gente que quer um trabalho que, além de pagar as contas, traga propósito e reconhecimento. Eu me incluo nessa multidão de sonhadores.

Mas é bastante improvável que o seguinte cenário aconteça de uma hora para a outra: você fazer o que gosta (ou ama!), ganhar bem, e se sentir realizado com o que faz. Quem sabe essa combinação possa ser um objetivo, uma construção constante, enquanto trabalhamos no que for possível para gerar receita.

O que pode funcionar: ter um trabalho qualquer como fonte de renda. E no tempo livre você faz (em forma de projetos) o que você gostaria que fosse seu trabalho: escrever, pintar, desenhar, dançar, correr, ensinar. Tanto faz. O que não ajuda é você se sentir infeliz por não ser pago para fazer o que você gosta.

Se você quiser, você pode transformar o seu trabalho atual em um laboratório. Lá você pode aprender muitas habilidades que vão te ajudar a realizar sonhos. Mas só se você permitir que esse trabalho atual sirva como fonte recorrente de aprendizado.

E cuidado: você ainda corre o risco de, já que não está fazendo o que gosta das 8 às 18, começar a gostar do que faz.

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