Efeitos colaterais dos sonhos

Falei ontem sobre a via negativa: decidir o que não fazer, e tirar a nossa atenção daquilo que não importa. E então focar no que resta, no que é essencial.

O problema é que construímos um estilo de vida (e de trabalho) orientado por um progresso material inconsequente: ganhar mais, comprar mais, ter mais. Não que haja algo de errado com isso. Mas existe um ponto crítico: é preciso saber, desde o início, que vão existir consequências.

Há alguns dias vi na TV, numa dessas séries dramáticas, um traficante mexicano comentando que, quando era pobre, dormia como um anjo. Depois de rico (esse conceito tão subjetivo), perdeu o sono. Eu coleciono na memória comentários semelhantes que eu ouvi na vida real: eles me ajudam a tomar cuidado com os meus planos. Eles me fazem pensar nas consequências e nos efeitos colaterais dos sonhos.

E insisto na via negativa: que tal objetivos que envolvam reduzir, parar, eliminar e focar?

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