Tolerar as fraquezas?

O presidente Abraham Lincoln foi informado de que o General Ulysses S. Grant (comandante-chefe do exército da União na Guerra Civil nos EUA) andava bebendo muito em serviço. A resposta de Lincoln ficou famosa: “Se eu soubesse a marca que ele prefere, mandaria um barril para cada um dos outros generais.”

Grant era, na visão do chefe, o único capaz de planejar e conduzir campanhas vitoriosas.

Quem lembra dessa história é Peter Drucker, no livro O Gerente Eficaz. Drucker usa o exemplo para ilustrar a ideia de que devemos gerenciar com base na força das pessoas (planejar e conduzir) e não preocupado em resolver as fraquezas (álcool).

Não tenho autoridade nem coragem para discordar de Peter Drucker. Mas precisamos refletir: quais fraquezas podem ser toleradas em razão de pontos fortes? Precisamos tolerar as manias do suposto craque ou gênio, mesmo sabendo o quanto elas afetam a equipe?

 

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