Furar a própria bolha

Sentimos prazer, literalmente, quando encontramos informações que comprovam as nossas crenças. A dopamina entra em ação quando você ouve o que confirma e agrada.

O Facebook sabe disso, e por isso você é abastecido só com informação “relevante” para você. O algoritmo trabalha para manter a sua aparente coerência: uma bolha construída com base no que você curte e compartilha.

É por isso que a ideia de que os opostos se atraem é falsa. São os semelhantes que se unem: um alegrando o outro enquanto comprovam pontos de vista em comum.

Tentar conviver com diferentes traz um enorme desconforto psicológico. Mas é o preço para furar a própria bolha.

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