A crítica do Kahneman

Terminei a segunda temporada do meu podcast.

No episódio final, comento o que aconteceu num sábado de manhã, quando eu lia a bíblia chamada Rápido e Devagar, do psicólogo Nobel em economia (!) Daniel Kahneman.

Na página 259, para minha surpresa, Kahneman começa a bater em outro gigante: Jim Collins, maior pesquisador de empresas em atividade. A segunda temporada do meu podcast é TODA dedicada aos conceitos da pesquisa dele – justamente o que Kahneman questionava.

A quem interessar, no episódio 10 do podcast eu faço uma análise da pertinente crítica. Eis a parte em que o Kahneman pega mais pesado: 

“Histórias de como as empresas passam pela ascensão e queda mexem com os leitores, oferecendo-lhes aquilo de que a mente humana necessita: uma mensagem simples de triunfo e fracasso que identifica causas claras e ignora o poder determinante da sorte e a inevitabilidade da regressão. Essas histórias induzem e mantêm uma ilusão de compreensão, fornecendo lições de pouco valor duradouro para leitores ansiosos para acreditar nelas”.

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