Se ganhou é bom

O time é bom porque venceu.

E o vendedor, é bom porque vendeu.

É assim que medimos nosso desempenho: com base em um resultado que, muitas vezes, não teve muita relação com habilidade e competência.

Com frequência premiamos o mais sortudo, e consideramos ele o melhor. É o efeito aura (halo): olhamos para quem ganhou, e só então interpretamos o passado. “Como ele foi ousado, arrojado, corajoso!”

E quando perde ou erra: “Como ele foi displicente e irresponsável!”

É a mesma pessoa, as mesmas ações. Só que uma teve sorte, a outra azar. Nosso julgamento do passado depende do resultado final.

 

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