150 posts

No post 100 desabafei minha preocupação de que o meu texto estava sendo moldado pela divulgação no Instagram. E ele realmente estava. E continua sendo.

Mas não posso reclamar, pois tenho várias opções: escrever só para um público restrito, escrever o que eu bem quiser, não escrever mais, etc. No entanto, pelo menos até o post 200, vou seguir com duas dinâmicas:

Essa de compartilhar aqui insights que considero relevantes e úteis, e continuar escrevendo, digamos, para mim mesmo: “Meu querido diário”. Experimento no papel, cedo ou à noite, e algumas coisas de lá param aqui. Experimento, depois filtro.

Mas não só isso. Ultimamente andei refletindo e encontrando referências sobre o seguinte: precisamos colocar ideias abstratas em palavras não apenas para que elas sejam formalizadas, mas principalmente para que elas adquiram sentido. Escrever tem um papel semelhante à conversa: é a partir dela que construímos significados. Alguém está ouvindo, e então faz uma pergunta difícil, e o esforço da resposta faz você ver as coisas, pela primeira vez, de uma nova forma. É preciso esse esforço de colocar as ideias em ordem e conectá-las, ou não conseguimos decifrar o que estamos pensando ou sentindo.

Compartilhar no Insta também é uma forma de encontrar novos significados?

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