Premiando a conivência

Semana passada falei sobre a maior ideia já advinda da psicologia: é mais fácil retirar o que impede a mudança do que forçar o movimento que queremos.

Contraditoriamente, vivemos planejando sistemas de compensação: metas, recompensas e mimos, distribuídos em troca de bom comportamento.

No caso das empresas, premiamos o comportamento que exigimos sem saber exatamente se é aquilo que a pessoa quer (ou concorda) em fazer. Ou pior: compensamos a pessoa que pode estar agindo em desacordo com o que ela acredita. Premiamos a conivência, a submissão. É insustentável.

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