Cama de Procusto

Na mitologia grega, Procusto era um malfeitor disfarçado de dono de pousada. Ele fazia com que sua cama servisse para todos: se o viajante fosse maior que o leito, ele cortava os pés. Se fosse menor, ele esticava a vítima para que ela ficasse do tamanho da cama.

A tal “cama de Procusto” é usada com frequência como metáfora para o nosso viés de adaptar o mundo às nossas regras.

Pegamos algo que não entendemos muito bem e encaixamos nas nossas crenças: cortando uma parte que não concordamos, esticando outra que não entendemos, até que faça algum sentido. Até que combine com nossa forma de ver o mundo. É assim que interpretamos os fatos. É assim que julgamos as decisões dos outros.

É praticamente impossível eliminar esse nosso viés. A alternativa, então, é mudar as crenças.

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