As releituras

Já conhecemos uma forma relativamente eficiente de aprender: a repetição.

Quando você vê, lê ou ouve a mesma coisa várias vezes, a tendência é que você decore. E quem sabe comece a aplicar ou praticar o que aprendeu. Além de biológico, é uma questão de probabilidade: mais repetições, mais chances de gravar.

Por isso, uma ideia: ter sempre no canto da mesa 4 ou 5 livros essenciais que tivemos a sorte de encontrar. E reler os pontos destacados, com frequência. Do ponto de vista prático e educacional, é muito mais relevante revisar para não esquecer do que apenas aventurar-se em novas leituras. Com tanta informação disponível, torna-se fundamental encontrar um equilíbrio entre recapitular e explorar.

E tem outro fato: a cada leitura, o livro muda, pois ao longo do tempo o leitor muda e interpreta de outra forma. E nessa evolução não é raro o livro preferido perder o seu lugar de destaque na pilha. É assim que mudamos de perspectiva e evoluímos.

E o melhor: a releitura é um alento para um consumidor conservador como eu, que teme colocar tempo e esforço em algo que pode não valer a pena.

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