O nome das coisas

Você já teve dificuldade em identificar o que estava sentindo?
Acontece: nossa compreensão das coisas chega até onde a linguagem alcança. Se não tem um nome, carece de forma. Não dá para explicar para os outros – e nem para si mesmo.
É preciso ter nome para que exista em um nível consciente.
Possibilidades surgem dessa percepção: eu posso, por exemplo, dar nomes bons a coisas nem tão boas e (mágica!) essas coisas podem mudar.
Por isso, em tese, quanto melhor e mais variado o seu vocabulário, mais possibilidades de classificação existem para você.

A tecnologia amplia a nossa capacidade de compreender as coisas. Uma linguagem de programação já aprende sem precisar ser “ensinada” com mais, digamos, vocabulário. E também já aprende a aprender, grosso modo, com regras e dados. E se aprende a aprender, também aprende, em tese, a criar as próprias regras. Voltamos ao assunto em breve.

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